domingo, 14 de dezembro de 2008

Vilolência Urbana na Grécia

Por lá as coisas não andam nada bem!

A insatisfação com as políticas governamentais degenerou numa espécie de guerrilha urbana, que já conduziu à morte de um jovem de 15 anos e algumas dezenas de detenções. Será que outros países os tomarão como exemplo?

Será este tipo de pressão, para que um governo se demita, admissível num país que acarreta o legado histórico da democracia como nenhum outro no mundo?
Talvez seja esta a guerra que divide o país actualmente - O actual sentimento de luta e de orgulho de uns, encontra o reverso da medalha no sentimento de vergonha de outros cidadãos gregos.



"Vivemos sob a forma de governo que não se baseia nas instituições dos nossos vizinhos; ao contrário, servimos de modelo a alguns ao invés de imitar os outros.
O seu nome, como tudo o que depende não de poucos mas da maioria, é democracia"
Péricles, Oração fúnebre, in Tucidides:
A Guerra do Peloponeso, Livro II, 37.

domingo, 7 de dezembro de 2008

One Love by Sara Tavares



Cima is ta dzê n'inglês
I love you, I need you
Quero dizer também em Português
Te amo, eu te preciso

E não há nada que levar a mal
Ma nôs ê, tud igual
I know you can understand me
Eu gosto muito, muito, muito de ti...

You know I love you, I love you, I love you, I really love you, I love you
You know I need you, I can't live without you, não há ninguém como tu

Ca tem ninguem cima bo (4x)

Alo bonjour comment ça va
Mana Sara do lado de lá
Mim m'ta bom e bo manê q'bo ta
Sara Mana do lado de cá

Maybe together you and me
Mi ku bo, bo ku mim
Mi ma bo
Eu e tu, tu e eu

I know you can understand me
Maybe juntos together, forever happy

You know I love you, I love you, I love you, I really love you, I love you
You know I need you, I can't live without you, não há ninguém como tu

Ca tem ninguem cima bo (4x)

Um só povo
Um só coração
One love

Branco ku preto
Burmedjo ku marelo
Ka tem diferença não
Ama na fé
Ama bué
Amor grande no coração

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Blogar bloguices

Tantos blogues, tantas horas perdidas na sua criação, edição e gestão.

Em Abril de 2007 a Technorati tinha registado cerca de 70 milhões de blogues e localizado uma média de cerca 120.000 novos blogues criados por dia, o que representa um total de 1,4 blogues criados por segundo.

Mas porquê, porquando e porquanto?

Mas afinal porque é que criamos blogues? Porque é uma tendência gira, porque queremos experimentar ser nós o portal da informação e da opinião, porque gostamos da ideia do marketing viral, ou simplesmente porque se fez uma aposta com o colega de trabalho, para se provar que afinal até sabemos escrever … ainda por cima sem dar um erro hortográphico ….?

E até quando é que esta tendência continuará a ser desenvolvida e utilizada pelas largas dezenas de milhares de utilizadores all over the web!?

E mais importante que tudo isso… quem os cria, dinamiza-os? Durante quanto tempo? Um dia, um mês? Um ano? Criou e cagou?

Deve haver de certeza um motivo especial para todos nós que um dia iniciámos a nossa actividade de blogger… deu-nos o clique para publicar na rede porque…???

Bem, eu queria mesmo era blogar bloguices… e você?

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

The Shadow of the day

Depois de um longo período de ausência, por motivos pessoais e profissionais (há outros?), estou de volta e com a alma renovada ;)

A música resume o meu estado de espírito "Sometimes Goodbye isn´t the only Way"



...Nesta vida, ou na próxima...

quinta-feira, 20 de março de 2008

Aluna reage mal quando a professora lhe tira o telemóvel

A Aluna(?) reagiu da forma que se vê quando a professora lhe retirou o telemóvel durante uma aula. Não obedeceu às ordens e usou a força. Um dos seus colegas filmou a cena e colocou-a em formato de vídeo no Youtube. A Escola já abriu um processo de averiguações.



«Os professores são as novas vítimas do bullying», sustentou, em declarações à Lusa, a investigadora que é docente da Universidade do Minho (UM) e presidente da Comissão Directiva e Cientifica de Doutoramento em Estudos da Crianças.

«Tenho acompanhado casos em que os professores esperam ansiosamente que o ano escolar termine», referiu à margem do Fórum Educação para a Saúde. «Os professores têm dificuldade em controlar os alunos, não conseguem incentivá-los e ficam cada vez mais desmotivados», frisou Maria Beatriz Pereira, acrescentando: «Nos casos que acompanho, os professores são constantemente denegridos, rebaixados e humilhados pelos alunos».

Como «defesa», admitiu, os professores pouco podem fazer: «Apresentam queixa no conselho executivo, as crianças podem ou não ser suspensas, os pais são chamados à escola e pouco mais».

Infelizmente pouco mais podem fazer!

«Tomámos conhecimento deste vídeo hoje de manhã, mas não nos surpreende, porque sabemos de muitos casos assim. Infelizmente, porém, há muitos que nunca são denunciados. Trata-se de uma situação cada vez mais preocupante e que tem vindo a acentuar-se nos últimos tempos, porque existe uma grande desautorização dos professores. Vemos os alunos a tratarem a professora por tu, não existe respeito», considera Abel Macedo, lançando um ataque concreto:

«Como não existe respeito por parte do Ministério da Educação em relação aos professores, esse sentimento passa para os outros e, neste caso, para os alunos. É preciso ter muito cuidado, porque situações destas podem escalar para situações de maior violência».

in: http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=930350

O que é que a doente mental merecia? Nem me atrevo a escrever aqui...
O que é que o grunho que filmou a cena merecia? Nem me atrevo a escrever aqui...

domingo, 17 de fevereiro de 2008

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Swing


Já desde longa data as práticas sexuais que envolvem a troca de casais tem sido praticada. Por e.g. os bacanais (em alusão ao Deus Baco) eram festas (?) secretas e frequentadas por mulheres durante três dias no ano. De entre as senhoras das melhores origens patrícias, eram seleccionadas as de mais ilibada reputação, pois as práticas da orgia religiosas constituíam não uma imoralidade, mas um ato de comunhão com a divindade. Mais tarde, instaurou-se a promiscuidade neste tipo de celebrações (?), fazendo a festa cinco vezes por mês, no qual os homens passaram também a ser admitidos, passando a entregar-se com as mulheres a todos os excessos do vinho e do amor.

Actualmente as práticas de Swing ou se preferirmos, o “Sexo Social” reporta-se ao intercâmbio sexual entre casais.

Os swingers, que muitas vezes têm relações sexuais com pessoas desconhecidas, afirmam que o motivo pelo qual o fazem, está ligado à sensação de realização, prazer e felicidade pessoal e enquanto casal aquilo que o acto proporciona, ou poderá proporcionar.

Os swingers defendem o sexo em grupo (como uma actividade sexual gregária) no qual afirmam que as emoções se transcendem, alimentando todas as suas emoções. Defendem que a excitação resultante do envolvimento entre casais que gemem de prazer ao lado uns dos outros contagia quem o pratica, realimentando o seu prazer e excitação.

São pessoas normais que procuram aquilo que a muitos falta e que muito poucos têm coragem de assumir e admitir. "Sem excepção, todos têm fantasias eróticas e sexuais e a não concretização destas origina indivíduos frustrados, infidelidade, famílias desfeitas, casais tristes e desajustados socialmente”. Será mesmo assim?

Consideram-se uns privilegiados no sentido de poderem viver a vida com que sempre sonharam a nível sexual, sem hipocrisias e sem falsidades. Não se revêem como pessoas que traem os seus parceiros de forma consentida e a na minha opinião consideram-no bem, até porque o conceito de traição se prende mais com uma relação sexual desconhecida/omitida/escondida ao outro cônjuge.

Convém ainda referir que, e por incrível que pareça, alguns estudos têm referido que o índice de felicidade e fidelidade conjugal nos casais swingers, bem como a qualidade dos seus casamentos, são superiores às dos casais ditos “normais”, sendo a taxa de divórcios dos casais Swingers inferior às dos restantes casais.

Admito que esta prática me faz alguma confusão embora não a associe a algo bizarro. Não acredito que me conseguisse excitar com outros casais a ter relações sexuais ao meu lado e, comparar isto com outro tipo de actividades gregárias, como por exemplo estar num estádio a ver um jogo de futebol, é para mim absurdo.

Não me considero hipócrita relativamente a este assunto até porque o swing não se enquadra nos meus padrões de “prazer sexual”. Não o faria porque não ia gostar de trocar/partilhar a minha mulher com quem quer que fosse (só de imaginar…). Sou feliz numa vida a dois. Não me falta nada a nível sexual nem a nível emocional.

Acredito que a criatividade dos casais pode ser a chave para o sucesso de uma relação entre parceiros, seja a swingar ou não.

Informações retiradas de:
http://www.swingersportugal.com/index.php?option=com_content&task=view&id=35&Itemid=35
http://www.geocities.com/johnyboyxxx/Swing.htm